Meus três guias de viagem preferidos

Eu sou absolutamente viciada em guias de viagem. Sempre que surge a oportunidade de um passeio mais longo, vou correndo na livraria e vejo o material que tem sobre tal cidade ou país. E às vezes eu também compro um guia ou outro mesmo sem ter uma viagem no horizonte, porque VAI QUÊ, NÉ?, haha.

Mas como toda boa colecionadora, tenho meus ~tesouros~, meus guias prediletos, aqueles que eu abro de vez em quando e falo TÃO BONITO O ROSTO. Então decidi dividir com vocês esses meus três livrinhos preferidos, e vocês vão notar que eles têm algo em comum: nenhum deles é o tradicional guia Lonely Planet com dicas gerais sobre tal lugar. Não que eu não goste desse tipo de guia, pelo contrário: sempre acho que eles são um bom ponto de partida para você conhecer um pouco mais das atrações, costumes e tudo o mais de certo país – os da Publifolha são clássicos, mas gosto bastante dos já citados Lonely Planet e d’O Viajante. Mas meus preferidos são aqueles bem específicos, que oferecem passeios inusitados dentro de algum tema comum e que, normalmente, têm uma parte gráfica bastante diferente. Vem comigo para vocês entenderem melhor o que eu estou querendo dizer!

City Walks: New York

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Sendo uma caminhante, é claro que um guia com roteiros a pé entraria na minha lista de preferidos. No caso desse, são 50 cards numerados com passeios por diferentes partes de Nova York – a maioria é em Manhattan, mas tem algumas opções pelo Bronx, Brooklyn, Queens e Governor’s Island. Eu não costumo seguir À RISCA os roteiros desse tipo de guia (aliás, de nenhum guia, eu sou a rebeldona dos roteiros de guia, haha), mas é bom para pegar dicas diferentes do que tem perto do quê e de como você pode aproveitar melhor uma área da cidade.

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A Publifolha também tem um série bacaninha de guias com de passeios a pé – se eu não me engano, tem Nova York, Paris, Roma, Londres e Veneza, e cheguei a fazer um roteiro aqui no blog inspirado em um desses passeios, mas gosto mais do formato em cards do City Walks por ser bem prático e diferente. Além do que, a parte gráfica é muito mais atraente!

Quando comprei esse guia, tinha outro no mesmo formato, mas que abordava Nova York do ponto de vista arquitetônico. Parecia ser muito interessante, mas acabei não comprando porque esses guias são bem caros – e nunca mais o encontrei de novo. Fuén.

The New York Times: 36 Hours – Europe

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Quando minha irmã foi fazer um intercâmbio na Itália, achei esse guia e dei de presente para ela – são 36 horas, um fim de semana, em várias cidades da Europa. O guia acabou ficando aqui em casa porque é bem pesado, haha, mas me ajudou em algumas coisas quando fui visitá-la no país das pastas.

Cada roteiro é bem detalhado, inclusive com horário em cada item para você dar conta de todas as atrações. Ótimo para quem curte essa vibe, péssimo para mim, que curto mesmo é dar umas caminhadas sem rumo pelas cidades. Mas, como no guia de Nova York, esse livro oferece vários insights bacanas para a sua viagem e tem algumas curiosidades interessantes. Tirando que a parte gráfica é linda demais!

Outro dia encontrei um box com 36 Horas PELO MUNDO (sim, é a versão FULL EXPERIENCE desse guia) e coloquei na minha lista de desejos/possíveis presentes de aniversário. Fica a dica, amigos.  

City Cycling – Europe

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Esse é mais um item fruto da época em que minha irmã foi pra Itália. É um box com sete guias pequenos, cada um com um destino da Europa para você dar umas pedaladas. Na época em que comprei, só tinha essa versão gringa, mas agora traduziram pro português e os guias são vendidos separados, então dá para você focar só na cidade que quer conhecer.

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Cada guia divide a cidade em regiões e faz um pequeno roteiro para você rodar de bike por ali. Ele também tem roteiro de um dia de bicicleta, dicas de como se portar sobre duas rodas na cidade e onde treinar e correr. Ou seja, é um manual completinho sobre como usar uma bike como meio de transporte em sete lugares da Europa.

As ilustrações também são bem bonitinhas!

Eu tenho uma vontade gigante de usar esse guia para uma viagem, mas primeiro preciso aprender a andar direito de bicicleta para não fazer feio (quando fui pedalar em Londres, paguei muitos micos!). Mas se você sabe pedalar bem e tem viagem programada para um desses lugares, vale a pena apostar nesses guias – e acho que agora dá pra achar fácil em todas as livrarias!

Bonus track: mas você ainda usa guia de viagem?

 

Claro que eu uso e abuso do que a internet me oferece quando o assunto é viagem, mas gosto muito de guias para informações gerais – nos blogs e sites, muitas vezes essas informações estão fragmentadas em vários links, então acabo preferindo ler sobre elas em um só lugar. Estou falando, claro, de guias estilo os da Publifolha e da Lonely Planet, que dão um panorama geral. Mas também gosto de guias mais específicos porque, como já disse, eles dão ideias de roteiro – e normalmente têm muita informação reunida, coisa que, de novo, a internet oferece de forma muito fragmentada.

Então eu coloco tudo que eu aprendi em todos os tipos de publicações (já falei que também adoro colecionar revistas de viagem? Pois é) e monto um roteiro bonitinho para mim!

Escrito por

Carioca apaulistada, jornalista, 26 anos. Gosta de escrever, viajar e um monte de outras coisas que não caberia nessa descrição.

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